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Haiti no Glicério: o cotidiano da diáspora haitiana no centro de São Paulo

Haiti no Glicério: o cotidiano da diáspora haitiana no centro de São Paulo

“Não se pode falar mal do Brasil para um haitiano”, diz Kenny Michaud a Opera Mundi. Depois de morar na Austrália, Canadá e França, ele garante que agora está no “melhor lugar do mundo pra receber imigrantes”. Aos 29 anos e há quase cinco meses em São Paulo, Kenny corresponde ao perfil dos haitianos que chegam ao Brasil: jovem, homem e sem tempo para brincadeiras. Kenny não fuma, nem bebe.

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fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/35660/haiti+no+glicerio+o+cotidiano+da+diaspora+haitiana+no+centro+de+sao+paulo.shtml

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